Uso da máscara e a vacina brasileira

Até o momento, a pandemia do novo coronavírus já deixou 174.462.353 contaminados e 3.759.101 mortos no mundo. No Brasil são 17.122.877 contaminados e 479.515 mortos. Os dados são da Universidade Johns Hopkins.

O número de doses de vacina aplicadas no planeta chegou a 2,23 bilhões. No Brasil são 75.564.320 de unidades administradas. Os dados são da Bloomberg (mundial) e de VEJA (nacional).

Mais que nunca, máscara é a primeira proteção

Um estudo publicado na revista Journal of Internal Medicine reforça ainda mais a necessidade do uso de máscaras, principalmente em locais fechados, para evitar a contaminação pelo novo coronavírus. A revisão descreve como as gotículas respiratórias possuem tamanhos diferentes e, desse modo, podem transmitir várias quantidades de carga viral.

Para os pesquisadores, a gotícula de tamanho intermediário é considerada a mais preocupante, uma vez que pode permanecer circulando no ar por bastante tempo, além de ser transportada por distâncias consideráveis através de correntes de ar. Uma outra pesquisa realizada no Brasil concluiu que usar a máscara adequada pode reduzir em até 87% a chance de infecção.

Vacina brasileira

A Anvisa autorizou o início dos testes clínicos em humanos da vacina contra a Covid-19 ButanVac, do Instituto Butantan. A aplicação experimental, anunciou o órgão regulador, deverá começar após o Butantan apresentar “algumas informações complementares sobre testes em andamento com a vacina”. A pesquisa clínica de fase 1 e 2 está dividida em três etapas (A, B e C).

Neste momento, está autorizada a etapa A do estudo que vai envolver 400 voluntarios. Ao todo, a fase clínica 1 e 2 tem previsão de 6.000 voluntários com 18 anos ou mais. O imunizante será aplicado com duas doses em um intervalo de 28 dias entre elas.

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