Por trás do discurso raivoso destilado pelas elites contra o PT está o temor da reeleição da presidenta Dilma Rousseff e a volta do ex-presidente Lula, em 2018, à presidência da República para aprofundar as reformas estruturantes necessárias ao desenvolvimento do Brasil.
A avaliação é do deputado estadual Marcelino Galo, que participou na noite de quarta-feira (3), na Praça da Revolução, em Periperi, do ato de apoio as candidaturas de Rui Costa ao governo da Bahia e de Otto Alencar ao Senado Federal.
De acordo com Galo, depois da inclusão sócio-econômica, com a retirada de mais de 36 milhões de pessoas da miséria, o que mais atemoriza a oposição e a elite do país é a inclusão política que o governo petista irá fazer através da Reforma Política, dando a juventude e aos trabalhadores a oportunidade de participar diretamente das decisões fundamentais para o futuro do Brasil.
“A elite teme que o PT coloque na pauta política do Brasil, nesse segundo mandato da presidente Dilma, as Reformas de Base, propostas por Jango na década de 60, mas que, através do golpe e da ditadura militar, foram interrompidas, impendido um novo marco civilizatório no Brasil, com o desenvolvimento sustentável e inclusivo”, avaliou Galo.
“Com a Reforma Política, vamos avançar para democracia participativa, apesar deles não quererem o povo no poder. São contrários ao diálogo e a participação popular, mas vão ter que aceitar Dilma, Lula, o PT e o povo nos espaços de decisão e poder”, alfinetou Marcelino, que mobilizou assessoria, militância e apoiadores para fortalecer a campanha do Plebiscito Popular por uma Assembleia Nacional Constituinte em prol da reforma política.