Bia Casali
Imagine quão complicado é comer com o braço direito quando se é canhoto; imagine quão complicado é ganhar uma corrida quando se é capenga; imagine a diferença entre cavar com a mão ou com uma pá.
Naturalmente uma equipe sem Neymar estaria com a competência técnica e com o emocional abalados. Sem necessariamente valorizar um, devemos reconhecer a força de uma equipe.
O destaque para a tragédia está nos juízes da Fifa que não julgaram o crime cometido pelo agressivos jogadores adversários, aliás, este sim merece os créditos para A DERROTA do Brasil. Esses sim são os criminosos pelo sentimento de baixo estima no qual o Brasil se encontra. Essa derrota é humana já que criminosos roubam sonhos.
Um, dois ou três gols é nada perante a incapacidade de lutar por justiça!Pior, derrota é ouvir os comentários midiáticos que simplesmente não conseguem correlacionar o resultado do jogo ao abalo cometido pela conspiração registrada mundo a fora. Triste é ver a mídia destacando a mordida que o selvagem deu no ombro de outro e nenhuma evidência sobre a conspiração que gritou: “Brasil, a Colômbia não entra nas semifinais e nem você terá a justa glória de jogar nessa copa”.
Pergunto: Que país é esse? Somos um país limitado quando incapacitados de classificar como derrota um jogo e não o certo: reconhecer que derrotado são criminosos que não julgam e nem são julgados.
Brasil, nossa vitória está na memória. Brasil, você é, e sempre será, o país do futebol.
Mídias, argumentem com decência.



