(Foto: Maurício Júnior)
Dando sequência à sua crítica à presença das chamadas velhas raposas no projeto encabeçado pela presidente Dilma Rousseff (PT), o ex-governador e presidenciável Eduardo Campos (PSB) rechaçou o questionamento direcionado pelos adversários petistas de que ele “cospe no prato que comeu” e bateu forte nos nomes que circundam os antigos aliados.
“Não vamos cuspir no prato que comemos. Não vamos ficar atrás de projetos de poder. De se manter no poder ou ter cargos públicos. Não fico em projeto comandado por um monte de raposas”, disparou Eduardo Campos.
Campos pesou ainda mais as palavras para comentar os aliados da presidente Dilma Rousseff (PT). “Que já roubaram demais o Brasil”, asseverou.
Como era esperado, o ex-governador e presidenciável Eduardo Campos (PSB) não poupou críticas à presidente Dilma Rousseff (PT). Após destacar a união da Frente Popular, o líder maior socialista centrou fogo na administração da petista. Ele destacou que, caso perca a eleição, a adversária protagonizará um momento inédito, do ponto de vista negativo, ao repassar o comando do País.
“Passados 20 anos da redemocratização do Brasil, essa será a primeira vez em que um presidente entregará o País pior do que recebeu”, disparou, citando as passagens de Itamar Franco para Fernando Henrique Cardoso, de FHC para Lula, e de Lula para Dilma.
E reforçando a fala que vem destacando pelo País, de que há uma onda de mudança no Brasil, Eduardo afirmou que a vontade do povo prevalecerá. “Não há direito, não há tempo que barre a vontade do brasileiro de mudar”, assegurou.
Campos disse, confiante, que voltará a Pernambuco como presidente da República. “O próximo presidente será pernambucano como vocês”, assinalou.
Com informações de Maurício Júnior, do Blog da Folha.
