Grupo levado para o criadouro em janeiro de 2025, teria testado positivo ainda na Europa para o vírus. Contudo, exames posteriores teriam dado negativo e o indivíduo seguiu viagem junto com o grupo.
Já o Criadouro Ararinha-Azul afirmava que as ararinhas foram contaminadas no Brasil.

Foto: Miguel Monteiro / ICMBio
Incertezas sobre o futuro do programa de reintrodução
O criadouro de Curaçá é administrado pela empresa brasileira Criadouro Conservacionista Ararinha Azul (anteriormente identificada como BlueSky Caatinga), em parceria com a Associação para a Conservação de Papagaios Ameaçados (ACTP, na sigla em inglês), com sede na Alemanha, de quem o governo brasileiro foi parceiro no programa de reintrodução da espécie até 2023.
O ICMBio declarou ainda, em nota, que as ararinhas-azuis permanecerão por tempo indeterminado no Cemafauna. “A separação entre aves positivas e negativas para o circovírus é fundamental para proteger os animais saudáveis e garantir segurança ao programa de reintrodução da ararinha-azul na natureza. A medida é considerada a forma mais eficiente de garantir a saúde e o bem-estar das ararinhas-azuis, bem como a viabilidade de longo prazo do programa de reintrodução de uma das espécies mais ameaçadas do planeta”, acrescentou o órgão.
O Conexão Planeta entrou em contato com a assessoria de imprensa do Criadouro Ararinha-azul para obter uma declaração sobre o caso, mas até este momento não tivemos retorno.

mas uma série de problemas, entre eles, o surto de circovírus, obrigaram projeto a ser suspenso
Foto: Miguel Monteiro / ICMBio
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