O deputado atuará na comissão ao lado de Izalci (DF) e Bruno Covas (SP). As revelações do doleiro não chegaram a surpreender o parlamentar tucano, pois, segundo ele, já existem pistas e indícios suficientes da relação entre o esquema criminoso que se instalou na companhia e os que o antecederam na gestão petista, como o Mensalão. “Trata-se de uma instrumentalização de assalto ao poder, que, desde o início do governo Lula, se implantou no Brasil”, observou.
“É uma rede que foi construída lá atrás, que foi se sofisticando e que chegou ao ponto dessa barbaridade que estamos assistindo”, completou.Em depoimento prestado aos procuradores da Operação Lava Jato, em 10 de outubro do ano passado, e que veio a público esta semana, Youssef afirmou que Dirceu e Palocci tinham “ligações” com um dos empresários que admitiram ter pago suborno a diretores da estatal. Segundo ele, o ex-ministro da Casa Civil e mensaleiro era “amigo” do empresário Julio Camargo.