
Conforme explica a advogada, “mesmo após os argumentos que embasaram o pedido de prisão de Prisco por 90 dias terem caído por terra (manuntenção da ordem pública durante a Copa do mundo no Brasil)”, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, continua a pedir a prisão do candidato por 180 dias em presídio federal.
“Não existe mais qualquer motivo para prisão. Como se não bastassem as restrições, querem que Prisco concorra ao cargo público atrás das grades? Não faz sentindo!”, disse Maron.
Lembre o caso
Prisco foi preso no dia 18 de abril último em casa de veraneio no litoral norte da Bahia, em operação da Polícia Federal por liderar as greves da Polícia Militar de 2012 e de 2014. Ele ficou preso no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, até 30 de maio e foi solto com restrições como proibição de contato com diretores de associações, inclusive da Aspra, à qual pertence. Tucano também teve de pagara fiança de 30 salários mínimos (R$ 21.720).
Bahia 247


