SÓCIO É SUSPEITO DE CHEFIAR ‘LAVANDERIA’ NA BAHIA

Foto: Gabriela Korossy/Câmara dos Deputados

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Membros do Conselho de Ética da Câmara suspeitam que Leonardo Meirelles, apontado como sócio do doleiro Alberto Youssef na Labogen, seria representante, na Bahia, de outras empresas de fachada usadas em esquema de lavagem de dinheiro. Relator da cassação de Luiz Argôlo (SD-BA) no Conselho de Ética, Marcos Rogério (PDT-RO) confirmou ter pedido ao presidente Ricardo Izar (PSD-SP) nova oitiva do empresário.

Novos documentos da investigação contra André Vargas ligariam Argôlo a essas empresas de fachada representadas por Meirelles na Bahia.

Marcos Rogério pedirá extensão da decisão do STF, que negou paralisar o processo de André Vargas no Conselho Ética, para o caso de Argôlo.

O chefe de gabinete de Luiz Argôlo, Vanilton Bezerra – a quem Youssef teria transferido R$120 mil – deve depor nesta terça (5) no Conselho. Leia mais na Coluna Cláudio Humberto

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