Esse caso se refere a um episódio ocorrido na véspera do segundo turno das eleições de 2022, quando ela perseguiu, armada, um homem pelas ruas do bairro Jardins, em São Paulo, após uma discussão política. As informações são do portal G1.
As imagens da deputada correndo com uma pistola em punho levaram à abertura de investigações no Supremo Tribunal Federal (STF), que a condenou por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal com emprego de arma.
Em outro caso envolvendo a invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), no qual também foi condenada, a Justiça italiana já tinha decidido pela autorização da extradição. Contudo, a defesa da ex-deputada entrou com um recurso em 10 de abril para tentar reverter essa decisão. Esse recurso ainda não foi analisado.
Zambelli tem cidadania italiana e deixou o Brasil em maio do ano passado, pela fronteira com a Argentina. Antes de chegar ao país europeu, ela também passou pelos Estados Unidos. Como fugiu do país após uma condenação do Supremo, Zambelli é considerada foragida da Justiça brasileira. Por isso, o STF formalizou um pedido de extradição, assinado pelo relator do caso, ministro Alexandre de Moraes. Zambelli permanece presa em Roma, porque autoridades do país europeu entendem que há risco de fuga