Chamam de “melhor prefeito”.
Mas eu me pergunto: melhor pra quem?
Estamos às vésperas do início do ano letivo em todo o Brasil, e Belém segue com a educação jogada às traças.
Sem planejamento.
Sem rumo.
Sem respostas.
Seguimos sem secretário(a) de Educação, caminhando às cegas, enquanto alunos, professores e famílias vivem a insegurança do improviso. Educação não pode ser tratada como detalhe é base, é futuro, é responsabilidade.
Na saúde, o cenário também preocupa.
Um sistema frágil, cheio de falhas, onde quem mais precisa continua esperando. Esperando atendimento, esperando dignidade, esperando respeito.
Então fica a pergunta que ecoa:
👉 onde está esse “melhor”?
👉 melhor em quê?
Governar não é só discurso, palco ou aplauso.
É presença.
É gestão.
É compromisso real com o povo.
Belém precisa menos de slogans e mais de ações.
Menos propaganda e mais resultados.
Porque quem vive a realidade sabe: não dá mais pra fingir que está tudo bem.
Refletir também é um ato de cidadania.
Ademir Martins/Abaré FM