VEJA – Até o momento, a pandemia do novo coronavírus já deixou 72.926.815 contaminados e 1.623.179 mortos no mundo. No Brasil são 6.927.145 contaminados e 181.835 mortos. Os números são da Universidade Johns Hopkins.
Com a intenção de melhorar a avaliação da eficácia da CoronaVac, o Instituto Butantan adiou a entrega dos resultados do estudo de fase 3 à Anvisa para o dia 23 de dezembro. Esta é uma das etapas mais aguardadas desde o início do processo e pode abrir o caminho para o começo da imunização.
Além disso, o diretor do órgão paulista, Dimas Covas, disse que será protocolado em breve o pedido de registro da vacina e não a solicitação de uso emergencial. Uma das diferenças entre as duas modalidades é que no uso emergencial deve-se solicitar a aplicação do fármaco em uma população restrita, enquanto o registro permite a vacinação em massa.
PRAZO DA ANVISA
A Anvisa informou que o prazo máximo para concluir as análises de pedidos e emitir a autorização de uso emergencial de qualquer vacina contra a Covid-19 no Brasil será de dez dias. O período começará a valer a partir do momento em que as farmacêuticas entregarem todos os documentos necessários.
A título de comparação, o pedido de registro poderia levar até 60 dias para ser analisado. Algumas questões serão avaliadas no requerimento, como se a vacina fornecida em maior escala terá os mesmos componentes e qualidade da que foi avaliada no estudo clínico. A agência reiterou que até o momento nenhuma fabricante realizou a solicitação.