Em vídeo publicado no Twitter neste sábado (9), o pastor Silas Malafaia reconheceu que propagou notícia falsa ao afirmar na mesma rede social, durante a campanha de 2018, que Adélio Bispo era militante do PT e assessor de campanha da ex-presidente Dilma Rousseff ao Senado por Minas Gerais.
Em resposta a Malafaia, a campanha de Dilma, à época, informou que iria processar o pastor por injúria, calúnia e difamação. Adélio Bispo foi preso após atingir o então candidato à presidêncida da República, Jair Bolsonaro, a facadas em Juiz de Fora, Minas Gerais.
Adélio nunca foi filiado ao PT e, segundo inquérito concluído da Polícia Federal, agiu sozinho alegando “ordem de Deus” no atentado a Bolsonaro.
