247 – Mal sentou na cadeira, o novo procurador-geral da República, Augusto Aras, anuncia sua adesão à tese de Bolsonaro de que a facada sofrida na campanha de 2018 teria sido um “atentado político”. Bolsonaro sustenta a tese solitário. As investigações concluíram que Adélio Bispo dos Santos é um desequilibrado. Aras pode provocar instabilidade política
O novo procurador-geral da República, Augusto Aras, aderiu à tese despropositada de Jair Bolsonaro de que teria sobrido um “atentado político” em Juiz de Fora em setemvro passado. Aras defendeu nesta terça-feira (1) o “aprofundamento das investigações” sobre a facada dada por Adélio Bispo de Oliveira.
O novo procurador-geral Aras diz não acreditar o autor do crime tenha agido como um “lobo solitário”. Bolsonaro, por suavez, responsabiliza indiretamente o PSOL pelo ataque desde o ano passado. A adesão de Aras à tese de Bolsonaro pode acrescentar um perigoso ingrediente político na cena brasileira. com repercussões ainda sem dimensão.

“Acredito que devesse merecer aprofundamento das investigações. Não me parece crível pelo modus operand
