Um laudo do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), divulgado nesta sexta-feira (26), confirmou a presença do vírus no paciente, mas a secretária de Saúde defende que o homem tenha desenvolvido a doença a partir da vacina e não por agentes externos, já que o município não tem casos registrados de febre amarela e ele não havia viajado nos últimos seis meses.
Ao jornal, o presidente do Sindicato dos Médicos da Bahia, Francisco Magalhães, explicou que pessoas com baixa imunidade podem desenvolver a doença a partir da vacina. “A vacina contra a febre amarela é constituída de vírus vivos atenuados, por isso quem sofre de doenças imunossupressoras como câncer, Aids ou uma doença renal crônica deve avaliar os riscos antes de tomar”, disse ele. “A pessoa que sofre de alcoolismo também pode ter a defesa imunológica comprometida, mas isso deve ser analisado caso a caso”, acrescentou.
Este é o segundo caso confirmado de morte por febre amarela na Bahia.