DPT DA BAHIA ANALISTA CASO BEATRIZ E CONSTATA “QUE TUDO QUE PODERIA SER FEITO JÁ FOI REALIZADO PELA PERÍCIA PERNAMBUCANA”

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Profissionais da Polícia Científica de Pernambuco e do Departamento de Polícia Técnica (DPT) da Bahia se reuniram esta semana para analisar as perícias realizadas no caso da menina Beatriz Angélica Mota, de sete anos, morta dentro do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, em Petrolina, em dezembro de 2015. O grupo, integrado por três profissionais de Pernambuco e oito peritos especialistas nas mais diversas áreas da criminalística e medicina legal do DPT, discutiu passo a passo todas as análises feitas.

A criminalística no Brasil trabalha em rede e nós estamos à disposição dos colegas”, disse o diretor-geral do Departamento de Polícia Técnica, Elson Jeffeson. Ele explicou que este tipo de encontro, para estudo de caso, é uma prática muito comum entre as perícias estaduais.

Na reunião foi constatado que tudo que poderia ser feito já foi realizado pela perícia pernambucana. De acordo com Elson, as análises seguiram os procedimentos operacionais e protocolos internacionais adotados pela perícia oficial. “Portanto, todas as opções, no campo da criminalística e medicina legal, foram esgotadas”, afirmou. A gerente-geral da Polícia Científica de Pernambuco, Sandra Santos, disse que sua equipe está permanentemente em alerta para atender qualquer demanda sobre o caso. “Todos os esforços estão sendo destinados à investigação. Agradecemos à Polícia Técnica da Bahia por nos receber e disponibilizar todo o apoio”, reiterou.

Participaram também da reunião Marceone Ferreira, delegado de Polícia Civil de Petrolina, e Gilmário Lima, perito criminal e chefe do Grupo Especializado em Perícias de Homicídios do DHPP, ambos de Pernambuco; Mário Câmara, diretor do IML da Bahia; Jorge Borges, diretor do Interior; e os peritos criminais José Lázaro, Tânia Gesteira, João Paulo, Charles Santos e José Carlos Montenegro. (foto: Ascom DPT/divulgação)

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