Diante de questões singulares e metas, situações corriqueiras precisam ser questionadas com o objetivo de uma compreensão ampla. Por exemplo: por qual razão em muitos municípios do Brasil, inúmeros profissionais da Educação que atuam em sala de aula, com a remuneração de APENAS um salário mínimo, concordam em tirar dos seus próprios salários, valores para presentear alunos em épocas, junho e julho (Festas Juninas), outubro (Dia das Crianças e do Professor) e dezembro (Festas de Natal e Formaturas?)
Às Secretarias não deveriam DESTINAR os valores para os gastos?
Outro sim: professores que possuem o nível mais alto da formação acadêmica possível=doutorado e pós=doutorado, se dirigindo a profissionais de outras áreas que não defenderam a tese de doutorado, como se fossem doutores?
O profissional da Educação precisa SER VALORIZADO, mas é preciso que ele entenda que DEVE SE VALORIZAR.
Jaconias Moraes das Neves