O governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência, Romeu Zema (Novo), afirmou que pretende endurecer as regras dos programas de transferência de renda caso seja eleito em 2026.
Em entrevista ao programa Canal Livre, Zema defendeu que a manutenção dos auxílios governamentais seja condicionada à aceitação de empregos formais, criticando a atual dependência de benefícios no país.
“Não vou pagar auxílio do governo para os marmanjões. Estamos criando no Brasil uma geração de imprestáveis”, declarou o governador. Segundo sua proposta, o Sistema Nacional de Emprego (Sine) e secretarias municipais seriam utilizados para monitorar ofertas de trabalho.
O beneficiário que recusar uma vaga sem justificativa perderia o direito ao auxílio. Zema argumenta que a medida visa garantir que o recurso chegue aos mais necessitados e não sirva como “desestímulo ao mercado de trabalho formal”.
Segundo as projeções de Zema, o ajuste fiscal pode gerar uma economia de R$ 10 trilhões ao longo das próximas duas décadas.