Moradores denunciam falta de água, roubo de tubulações e ruas em situação crítica no bairro Alberto Paulo, em Sento-Sé

Moradores da Travessa da Rua 03, no bairro Alberto Paulo, em Sento-Sé, denunciam uma série de problemas estruturais que têm afetado diretamente a rotina do bairro. Entre as principais queixas estão a falta de abastecimento de água, furtos de tubulações, ruas esburacadas após as chuvas e o agravamento das condições de saneamento básico.

Segundo relatos enviados à reportagem, moradores chegaram a improvisar a própria rede de abastecimento, interligando canos à rede geral em ruas vizinhas. No entanto, a situação se agravou após criminosos passarem a furtar os canos instalados, deixando diversas casas novamente sem acesso à água.

“Você liga a água e, dias depois, alguém corta o cano e leva. A gente fica sem água e precisa cavar tudo de novo para refazer a ligação”, desabafa a moradora Poliana.

Além da falta de água, a infraestrutura das vias também preocupa. Com o período chuvoso, as ruas ficaram tomadas por buracos e lama, dificultando a circulação de pedestres e veículos. Em alguns trechos, a água da chuva se mistura com vazamentos da tubulação danificada, agravando ainda mais o cenário.

Os moradores afirmam que chegaram a comprar materiais para implantar a rede em duas ruas e que a prefeitura iniciou parte do serviço com o uso de máquinas. No entanto, as obras foram interrompidas ainda em dezembro e, até agora, não foram retomadas.

Outro problema apontado é o esgotamento sanitário precário. De acordo com a comunidade, fossas estariam transbordando, aumentando o risco de doenças, principalmente neste período de chuvas, quando há maior proliferação de mosquitos transmissores de enfermidades como a Dengue.

Diante da situação, os moradores cobram providências urgentes da prefeitura e do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), solicitando a retomada das obras, a regularização do abastecimento de água e melhorias no sistema de esgoto.

“A gente pede ajuda urgente. Tem crianças nas casas, risco de doenças, e não podemos continuar vivendo assim”, reforça

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