Volta às aulas e adaptação das crianças as novas rotinas

*Sarah Fonseca –

Que o início da vida escolar pode ser traumático para algumas crianças, as família já sabem e se preparam, mas estranham que algumas crianças pareçam regredir um pouco no retorno das férias.

Na volta às aulas, é esperado que algumas crianças fiquem mais sensíveis, carentes ou resistentes, mesmo quando a escola já é conhecida. Esses sinais não devem ser ignorados, mas também não precisam ser imediatamente interpretados como um problema maior.

O cuidado está em observar como aparecem, com que intensidade e por quanto tempo se mantêm.

Por isso, o diálogo entre família e escola é fundamental: compartilhar percepções, alinhar expectativas e sustentar o tempo do processo.

O tempo e a manutenção da rotina com pequenas adaptações para que as mudanças não aconteçam de maneira muito abrupta, costumam ajudar.

Mas quando há piora progressiva, resistência em estar na escola por semanas, ou sintomas físicos persistentes, é sinal de que a criança precisa ser cuidada de modo mais atento. E contar com suporte profissional possibilita acolhimento e cuidado adequado.

Sarah Fonseca/Psi

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