Essa é a terra dos impossíveis! Vem aí, mais um peso para a cidade!
Após o fiasco envolvendo a pista de patinação e a repercussão negativa, Petrolina se encontra prestes a encarar uma nova controvérsia. Agora, surge mais um vereador que pouco, ou nada contribui para o desenvolvimento do legislativo.
Com a saída do Major Enfermeiro para assumir uma assessoria especial, quem assume sua vaga é um vereador já conhecido por suas falas, muitas vezes polêmicas e impulsivas.
Whinderson Batista está chegando. Será que vai trazer uma postura diferente? Ou continuará com afirmações como chamar o vereador Vanderley Alves de membro da imprensa ruim ou, ainda, dizer que agora, em vez de puxar uma cachorrinha, passa a puxar um pitbull?
O conceito de “peso para a cidade” é subjetivo, mas, de forma geral, um vereador pode ser avaliado como problemático sob diferentes perspectivas. Isso geralmente acontece nas seguintes situações:
Envolvimento em corrupção: Casos como desvios de verbas públicas, fraudes em licitações ou recebimento de propinas comprometem recursos essenciais destinados a áreas como saúde, educação e infraestrutura.
Falta de transparência e responsabilidade: Quando o vereador evita prestar contas de suas ações, votações e uso de recursos, dificultando o acesso às informações sobre o mandato por meio de plataformas oficiais, como a Câmara Municipal ou o Portal da Transparência de Petrolina.
Prioridade aos interesses pessoais ou de grupos: Em vez de atender às demandas coletivas e promover o bem-estar da população, o parlamentar privilegia interesses próprios, de financiadores de campanha ou de grupos específicos.
Ineficiência e baixa produtividade legislativa: Elaboração de projetos irrelevantes para a realidade local, como mudanças triviais no nome de ruas sem justificativa significativa, ou falta de iniciativa para fiscalizar o Executivo e resolver problemas do município.
Desproporção entre custo do gabinete e resultados: Quando os gastos com o gabinete do vereador — incluindo salários de assessores e verbas destinadas às atividades — não corresponde aos benefícios práticos gerados para a população.
Conduta antiética ou inadequação ao regimento: Violações ao código de ética do Legislativo ou atitudes que comprometem a confiança pública na instituição.
Em síntese, a ideia de um vereador ser visto como um “peso” está relacionada à sua incapacidade ou desinteresse em atuar no interesse coletivo, priorizando ganhos próprios ou de terceiros em detrimento das necessidades da cidade.
Preparem-se, mais um vereador sem grande impacto ou nenhum, está a caminho.
Blog A LÍNGUA