Instalada em setembro, as atividades da CPI, que tem a finalidade de investigar “ataques cibernéticos que atentam contra a democracia e o debate público”, terminariam no dia 14 de abril. Os parlamentares, no entanto, decidiram, no início deste mês, prorrogar os trabalhos por mais 180 dias. O requerimento contou com 34 assinaturas de senadores e 209 de deputados. Uma CPI pode ser ter seu prazo estendido a pedido de 27 senadores e 171 deputados.
Eduardo Bolsonaro protocolou mandado de segurança no STF na segunda-feira (20) para anular a prorrogação. Na ação, ele alega que, a CPI tem se prestado a perseguir os apoiadores de Jair Bolsonaro. O ministro Gilmar Mendes foi sorteado para analisar o pedido do deputado.
Integrante da CPI das Fake News, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) questionou nesta quarta-feira as motivações de Eduardo Bolsonaro de tentar barrar o andamento das investigações sobre notícias falsas. Para o senador “quem não deve, não teme”.
“O filho de um dos maiores propagadores de fake news do país quer impedir que a CPMI avance. Como diz o ditado, quem não deve não teme. O que preocupa Eduardo Bolsonaro? Esquemas de fake News que prejudiquem a democracia e o país serão combatidos por nós!”, escreveu o senador da Rede no Twitter.
O filho de um dos maiores propagadores de fake news do país quer impedir que a CPMI avance. Como diz o ditado: quem não, deve não teme. O que preocupa Eduardo Bolsonaro? Esquemas de fake news que prejudiquem a democracia e o país serão combatidos por nós!
Se não quer investigar, é suspeito, diz relatora da CPMI das Fake News sobre Eduardo Bolsonaro -…
Se não quer investigar, é suspeito, diz relatora da CPMI das Fake News sobre Eduardo Bolsonaro
politica.estadao.com.br
Com informações da Agência Senado
