OS EQUÍVOCOS DE BOLSONARO

O presidente tem mostrado uma postura bastante errática e equivocada no modo com que lida com a pandemia e seus adversários políticos. Teorias lunáticas, intrigas, paranoia e doses de populismo eleitoral o miniaturizam e diminuem o país aos olhos do mundo. Ao distorcer as palavras do diretor-geral da OMS e compartilhar versões deturpadas de fatos sobre a Covid-19, Bolsonaro acabou, por exemplo, ganhando as páginas da revista inglesa The Economist, que chamou-o de “Bolsonero”, numa referência ao tirano imperador romano Nero.

Suas rusgas com Henrique Mandetta também não ajudam no panorama. Durante uma ligação nesta semana, o presidente teria dito ao ministro da Saúde que ele deveria pedir demissão e deixar o governo. Mandetta rebateu de pronto: “O senhor que me demita, presidente”.

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