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A JUSTIÇA QUE NÃO TEM PARTIDO E O PARTIDO QUE NÃO TEM JUSTIÇA.

A Justiça, que não tem partido, é aguardada por todos os cidadãos juazeirenses. Há grande ansiedade no seio popular, traduzida em mobilização nas caminhadas de BANDEIRA. Não houve justiça no partido, e como não há o partido da JUSTIÇA, buscamos a JUSTIÇA que não toma partido. Enquanto isso, não falta quem queira tirar partido da nossa situação eleitoral.
Há um marketing voltado a atrair os eleitores de BANDEIRA, usam de todos os artifícios de sedução eleitoral. E como reagem os eleitores de JOSEPH a essas declarações?
A candidatura de JOSEPH constitui uma força política, viva e pulsante, composta de uma militância crescida nos valores programáticos e ideológicos. A bandeira do PT sempre foi erguida pelo PT de BANDEIRA. Imaginar que essa militância, que não se vende e não se rende se comportaria como massa de manobra, é desconhecer as razões pelas quais se mantem unida até o presente momento, a despeito das adversidades.
Tiraram tudo que podiam, por determinação da JUSTIÇA, tiraram a nossa estrela, mas não tiraram nossa luz, tiraram o guia eleitoral, mas não tiraram o povo das ruas, recolheram até as nossas bandeiras, mas o nosso BANDEIRA nunca foi recolhido. Os amigos que BANDEIRA apresentou ao povo de Juazeiro, Lula, Wagner, fizeram suas escolhas excluindo a escolha do povo.
A democracia, cláusula pétrea do partido, foi ferida de morte numa ação truculenta da cúpula contra as bases e sem direito ao contraditório, puniram JOSEPH e MEIRINHA sem sequer instalar processo administrativo. O presidente do PT age como juiz da “santa inquisição”, queimando na fogueira do seu autoritarismo todos que não comungam de seus interesses, que pela forma violenta com que são impostos, tentam fazer do PT um PARTIDO QUE NÃO TEM JUSTIÇA.
Por outro lado, a exposição midiática das matérias judiciárias, fazendo muitas vezes com que o jogo democrático sofra interferências, a ofensiva orquestrada e temperada pela emoção, parece revelar algo mais assustador do ponto de vista republicano, UM PARTIDO QUE NÃO TEM JUSTIÇA. Que eleição é essa em que o interesse municipal é tratado fora do município? Que eleição é essa em que a presidente de um partido, eleita democraticamente por suas bases, é golpeada por um presidente biônico? Que eleição é essa em que se escolhem os adversários? Que eleição é essa que em nome da imparcialidade alguém segura um para o outro bater, e depois diz que entrou pra apartar? Que eleição é essa em que o poder econômico interfere acintosamente tentando comprar pessoas? 
Há uma confusão do que se compreende como democracia, uma inversão dos valores democráticos onde a cúpula é maior que as bases. Querem que a eleição se transforme numa mera indicação, parece quererem que o jogo sem regras seja jogado, ou que não haja jogo, e depois se comemore a vitória semelhante as do “colégio eleitoral da ditadura militar” onde o povo era impedido de participar, e ainda assim diziam ser democrática.
Esse certame eleitoral nos remete aos tempos do “Curral Eleitoral”, aliás, mais apropriado ainda quando se têm um vaqueiro arrebanhando no laço todos os seus interesses. Mais grave ainda é perceber que nesse rodeio eleitoral, caem na pista, os sonhos e esperanças do povo de Juazeiro e quem deveria impedir a queda, coloca força na laçada.
Como quem cuida de um filho, o povo cuida de BANDEIRA, e esgotará todos os recursos possíveis, queimará todas as etapas, enquanto existir recursos. Ninguém enterraria vivo, um filho que respira com ajuda de aparelhos, aguardando uma intervenção médica que, apesar de distante, está por vir.
O povo de BANDEIRA ficará com quem sempre esteve, com ele, até as últimas conseqüências. Onde BANDEIRA estiver e com quem ele estiver seu povo estará junto, porque assim como uma mãe não abandona seu filho, será impossível retirar JOSEPH BANDEIRA do colo da MÃE JUAZEIRO.
Juazeiro, 04/10/2012 dia de São Francisco de Assis.
Ascom “JUAZEIRO DE FÉ”

Gilberto Santana.

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