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O SEMIÁRIDO MERECE SER TRATADO MELHOR PELOS SEUS GOVERNOS

Osvaldo Coelho

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Basta de tanta indiferença, de tanta enganação, de tanta tapeação. Os efeitos das secas se combate é com muitas adutoras até as fazendas, irrigação, crédito com taxas adequadas, prazos longos, educação de boa qualidade e saúde digna.

A região deve lutar por uma representação política autentica competente que aceita o desafio. O sistema eleitoral pede o voto distrital e a eleição de presidente por estado. A reforma tributária é inadiável. A união não pode continuar tão poderosa, os estados e os municípios tão impotentes.

Os sonhos de um Brasil justo, equânime não pode fenecer. A corrupção é inaceitável, ofende a todos, sobretudo aos pobres.  Agora é a hora, a hora de um tempo novo.  As regiões semiáridas do mundo souberam vencer.  A Califórnia no deserto, o noroeste do México, o deserto de sonora e a Espanha semiárida.

Todos prosperaram…

A federação exige estados menos desiguais.  Nós precisamos de uma representação política autentica que saiba mudar nossas dificuldades, e saiba dos nossos sonhos de prosperidade. Temos sido vítima por muito tempo de representação que ignorou como vivemos.  Isto não pode continuar.

O semiárido nordestino não pode mais esperar. agora a vontade chegou para reagir a incompreensão da união.  Vamos reagir. As regiões no país não podem ser uns estados muito ricos e outros muito pobres.  A renda per capita  no semiárido é um quarto da nacional, é a metade do nordeste.

Quer dizer que no semiárido as pessoas são mais fracas.  Alimentam-se menos, se vestem menos, se calçam menos, tem menos saúde, vivem menos.  No semiárido a expectativa de vida é de 58 anos e no Brasil em geral é acima de 70 anos. O semiárido é tratado como o patinho feio do país. até quando vamos suportar calado? É  preciso um basta. é preciso indignação. Somos filhos rejeitados da nação. Até quando vamos aceitar isso?

Isso não pode continuar, temos condições de prosperidade o governo sabe disso. ou será que sabe?  Não existe uma ação política para nos contemplar.

O PIB nacional é dez mil dólares, que correspondem a vinte mil reais. Divididos por 12 meses, tem um total de mil e seiscentos reais. O PIB nordestino é um quarto do PIB nacional, ou seja, dois mil e quinhentos dólares, cinco mil reais .  Divididos por 12 meses,  o total é de um pouco mais de quatrocentos reais. Então vejam a diferença.

Na média , enquanto um tem mil e  seiscentos reais,  o outro tem quatrocentos reais.  Cada um de nós façamos uma reflexão, quatrocentos reias é muito pouco para o custo de vida atual. É metade de um salário mínimo. Esse estado de coisa não pode continuar. Um presidente da republica tem que ter mil olhos para olhar para nação e fazer dessa situação, prioridade para estabelecer uma equidade entre os estados.

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