Em entrevista a VEJA , a médica e pesquisadora brasileira Sue Ann Costa Clemens, especialista em doenças infecciosas e responsável pela inclusão do Brasil no estudo clínico da vacina de Oxford, afirmou que o país se tornou protagonista nos testes. Para ela, a iniciativa mostrou que o Brasil “tem agilidade não só na produção, mas também na negociação” de novos imunizantes.
Sue Ann ressaltou ainda que existe “muita chance de uma vacina, talvez até duas, saírem esse ano” e revelou que os resultados parciais do produto de Oxford são promissores e mostram que 90% dos testados teve resposta imune. “Agora precisamos descobrir se essa resposta é capaz de protegê-los.”
