Um laudo do Instituto de Criminalística da Polícia Técnico-Científica de São Paulo, obtido na semana passada com exclusividade por ISTOÉ, provoca uma reviravolta no caso Yoki, como ficou conhecido o assassinato e esquartejamento do empresário Marcos Matsunaga, morto por sua mulher, Elize Araújo. Trata-se do exame das amostras de sangue encontradas no quarto em que ela esquartejou o corpo da vítima na madrugada de 20 de maio. Desde que foi presa no dia 4 de junho, Elize sustenta que fez tudo sozinha ? tanto o assassinato quanto o esquartejamento e a ocultação do cadáver. O documento agora revelado por ISTOÉ prova que ela está mentindo: um homem a ajudou a esquartejar o cadáver de Matsunaga tornando-se assim coautor do crime.
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