{"id":196048,"date":"2018-04-30T08:03:24","date_gmt":"2018-04-30T11:03:24","guid":{"rendered":"http:\/\/quersaberpolitica.com.br\/2016\/?p=196048"},"modified":"2018-04-27T15:04:07","modified_gmt":"2018-04-27T18:04:07","slug":"embrapa-semiarido-apresenta-pesquisa-com-resultados-preocupantes-do-bioma-caatinga","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogdofarnesio.com.br\/?p=196048","title":{"rendered":"EMBRAPA\/SEMI\u00c1RIDO APRESENTA PESQUISA COM RESULTADOS PREOCUPANTES DO BIOMA CAATINGA"},"content":{"rendered":"<h1><strong>FLORA E FAUNA AMEA\u00c7ADAS DE EXTIN\u00c7\u00c3O<\/strong><\/h1>\n<h1><strong><i style=\"font-size: 16px;\">*EMBRAPA<\/i><\/strong><i style=\"font-size: 16px;\">-Semi\u00e1rido<\/i><\/h1>\n<p>A Caatinga \u00e9 o \u00fanico bioma de distribui\u00e7\u00e3o exclusivamente brasileira, o que significa que grande parte do patrim\u00f4nio biol\u00f3gico desse ecossistema n\u00e3o \u00e9 encontrada em nenhum outro lugar do mundo. Por\u00e9m, essa posi\u00e7\u00e3o \u00fanica entre os biomas brasileiros n\u00e3o foi suficiente para garantir a Caatinga o status que merece.<\/p>\n<p>A Caatinga \u00e9 um dos biomas brasileiros mais alterados pelas atividades humanas, com mais de 45% de sua \u00e1rea alterada, sendo ultrapassado apenas pela Mata Atl\u00e2ntica e o Cerrado (Capobianco, 2002; Casteletti e cols., 2004). Em um estudo realizado recentemente, sobre a vegeta\u00e7\u00e3o e uso do solo, verificou-se que a \u00e1rea de cobertura vegetal da Caatinga \u00e9 de 518.635 Km2, equivalendo a 62,69% de remanescentes (MMA, 2008).<\/p>\n<p>Como conseq\u00fc\u00eancia da degrada\u00e7\u00e3o ambiental e da falta de preserva\u00e7\u00e3o, muito j\u00e1 se perdeu em biodiversidade da Caatinga. A Biodiversitas (2001) cita, para esta forma\u00e7\u00e3o vegetal, 19 esp\u00e9cies de plantas amea\u00e7adas, dentre elas a aroeira do sert\u00e3o (Myracrodruon urundeuva) e a bara\u00fana (Schinopsis brasiliensis). Essas plantas desempenham importante papel na ecologia da Caatinga, pois s\u00e3o as principais \u00e1rvores na composi\u00e7\u00e3o das paisagens vegetais do sert\u00e3o nordestino. Elas est\u00e3o associadas \u00e0 fauna local, onde suas folhas, flores e frutos servem de alimento para r\u00e9pteis, aves, mam\u00edferos e insetos, principalmente abelhas. Suas flores, produzidas principalmente na esta\u00e7\u00e3o seca, quando as fontes alimentares s\u00e3o escassas, abastecem os ninhos de abelhas nativas e ex\u00f3ticas. Al\u00e9m de fonte alimentar, estas \u00e1rvores funcionam como abrigo para uma diversidade de animais e suporte para os ninhos de muitas aves e abelhas.<\/p>\n<p>Em face das diversas utilidades (madeireira, energ\u00e9tica, medicinal, frut\u00edfera e artesanal) e do extrativismo que essas esp\u00e9cies vegetais v\u00eam sendo submetidas, sem nenhuma reposi\u00e7\u00e3o, a exist\u00eancia natural das mesmas e da fauna a elas associada v\u00eam sendo comprometida. Assim, estudos voltados para a ecologia da reprodu\u00e7\u00e3o e manejo destas esp\u00e9cies s\u00e3o essenciais para a elabora\u00e7\u00e3o de formas de uso racional das mesmas.<\/p>\n<p>Com o objetivo de compreender melhor a intera\u00e7\u00e3o flora x fauna da Caatinga, estudos foram feitos na Reserva Legal do Projeto Salitre, em Juazeiro-BA, buscando reunir informa\u00e7\u00f5es sobre a ecologia da poliniza\u00e7\u00e3o dessas plantas.<\/p>\n<p>Os resultados mostraram que estas plantas s\u00e3o de sexos separados (indiv\u00edduos masculinos e femininos, fig. 1) e que h\u00e1 diferen\u00e7as nas flores e infloresc\u00eancias. De modo geral, as plantas masculinas apresentam infloresc\u00eancias mais densas e mais ramificadas, podendo apresentar quantidade de bot\u00f5es de quatro a dez vezes maior do que as femininas. Outro fato importante \u00e9 que as plantas masculinas florescem primeiro (um m\u00eas antes), e por um tempo maior, do que as femininas.<\/p>\n<p>As flores se abrem nas primeiras horas da manh\u00e3 (05:00 horas) e ao longo do dia s\u00e3o visitadas por abelhas, moscas e besouros. Nas flores da aroeira do sert\u00e3o as seguintes abelhas foram observadas: irapu\u00e1 (Trigona spinipes, com 31%), manduri ou rajada (Melipona asilvai, com 22%) e abelha europa ou africanizada (Apis mellifera, com 15%), que juntas s\u00e3o respons\u00e1veis por 68% do total de visitas (Figura 2a). J\u00e1 para a bara\u00fana, as abelhas africanizadas (Apis mellifera, com 31%), irapu\u00e1 (Trigona spinipes, com 17%) e abelha branca (Frieseomelita deoderleini, com 12%) se destacaram, sendo respons\u00e1veis por 60% do total de visitas (Figura 2b).<\/p>\n<p>De acordo com as observa\u00e7\u00f5es de campo, os melipon\u00edneos s\u00e3o considerados como agentes polinizadores destas plantas por apresentar porte compat\u00edvel ao tamanho das flores, bem como comportamento e freq\u00fc\u00eancia de visitas adequados. Entre essas abelhas, a irapu\u00e1 e a abelha branca se destacaram com percentuais superiores a 7% nos tanto nas flores masculinas como nas femininas das duas esp\u00e9cies de plantas. Lembrando que essas plantas ocorrem no mesmo local e que o per\u00edodo de flora\u00e7\u00e3o ocorre simultaneamente, as mesmas ent\u00e3o estariam compartilhando os polinizadores, podendo ocorrer uma competi\u00e7\u00e3o pela atra\u00e7\u00e3o dos mesmos. Por outro lado, as abelhas sem ferr\u00e3o, manduri (Melipona asilvai) e manda\u00e7aia (M. mandacaia) foram observadas somente nas flores da aroeira, podendo, neste caso, serem consideradas como polinizadores exclusivos dessa esp\u00e9cie (Figura 3).<\/p>\n<p>As flores das plantas estudadas tamb\u00e9m foram visitadas pelas abelhas mel\u00edferas que foram freq\u00fcentes ao longo das observa\u00e7\u00f5es. Por\u00e9m, comparando o porte dessas abelhas com o tamanho das flores, verifica-se que as mesmas podem ser consideradas como polinizadores pouco eficientes, tocando eventualmente as estruturas reprodutivas das flores.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de fornecerem recursos florais para abelhas nativas, essas plantas tamb\u00e9m servem de abrigo para ninhos de p\u00e1ssaros e abelhas. No levantamento feito na \u00e1rea da Reserva Legal do Projeto Salitre, em Juazeiro-BA, foram registrados 14 esp\u00e9cies entre insetos, r\u00e9pteis e aves em associa\u00e7\u00e3o com as plantas estudadas, mostrando a diversidade de animais que utilizam essas \u00e1rvores principalmente como local de abrigo, reprodu\u00e7\u00e3o e\/ou nidifica\u00e7\u00e3o. Quanto \u00e0s abelhas foram registradas a presen\u00e7a de ninhos de abelhas mel\u00edferas, irapu\u00e1, sanharol (Trigona sp.), manda\u00e7aia e manduri, indicando que os ocos dos troncos dessas plantas servem de abrigo e ninho para as abelhas nativas (Figura 4).<\/p>\n<p>Lembrando que a aroeira e a bara\u00fana s\u00e3o esp\u00e9cies amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o, ao longo do tempo, a retirada dessas plantas acarretaria uma diminui\u00e7\u00e3o significativa n\u00e3o s\u00f3 componente arb\u00f3reo da vegeta\u00e7\u00e3o da Caatinga, como tamb\u00e9m na diversidade de insetos associados a elas. A extin\u00e7\u00e3o dessas esp\u00e9cies representaria uma diminui\u00e7\u00e3o na oferta alimentar para abelhas nativas, entre outros insetos, numa \u00e9poca do ano (per\u00edodo seco) em que a oferta de n\u00e9ctar e p\u00f3len na Caatinga \u00e9 menor. Talvez, por isso, as flores dessas esp\u00e9cies conseguem atrair uma diversidade t\u00e3o grande de visitantes.<\/p>\n<p>Por outro lado, a retirada das plantas tamb\u00e9m levaria a uma redu\u00e7\u00e3o na oferta de substrato para nidifica\u00e7\u00e3o das abelhas nativas, o que pode comprometer tamb\u00e9m a reprodu\u00e7\u00e3o desses insetos. Al\u00e9m disso, as abelhas do g\u00eanero Melipona s\u00e3o end\u00eamicas dessa regi\u00e3o e tamb\u00e9m s\u00e3o consideradas como amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o (Martins, 2002).<\/p>\n<p>Lembrando que essas abelhas podem atuar como polinizadores de outras plantas da Caatinga, a diminui\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o ou seu desaparecimento podem levar a altera\u00e7\u00e3o nos servi\u00e7os de poliniza\u00e7\u00e3o e, conseq\u00fcentemente levar a extin\u00e7\u00e3o de outras esp\u00e9cies vegetais, que por sua vez estariam associadas a outras esp\u00e9cies vegetais e animais. Este fato desencadearia assim altera\u00e7\u00f5es em efeito domin\u00f3, com conseq\u00fc\u00eancias dif\u00edceis de serem avaliadas, dado o desconhecimento que ainda se tem dos processos ecol\u00f3gicos na Caatinga.<\/p>\n<div id=\"conteudo\">\n<table border=\"1\" width=\"90%\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.apacame.org.br\/mensagemdoce\/100\/Figura1_M14.jpg\" alt=\"\" width=\"177\" height=\"95\" border=\"0\" \/><br \/>\nFIGURA 1: Detalhe das flores da aroeira do sert\u00e3o. a- Flores masculinas em vista lateral e b- Flores femininas em vista lateral e frontal.<\/td>\n<td align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.apacame.org.br\/mensagemdoce\/100\/Figura2a_M14.jpg\" alt=\"\" width=\"374\" height=\"211\" border=\"0\" \/><br \/>\nFIGURA 2: Principais visitantes florais das plantas estudadas com seus respectivos percentuais de visitas. a- aroeira do sert\u00e3o e b- bara\u00fana.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.apacame.org.br\/mensagemdoce\/100\/Figura2b_M14.jpg\" alt=\"\" width=\"372\" height=\"201\" border=\"0\" \/><\/td>\n<td align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.apacame.org.br\/mensagemdoce\/100\/Figura3_M14.jpg\" alt=\"\" width=\"374\" height=\"272\" border=\"0\" \/><br \/>\nFIGURA 3: Visitantes florais de bara\u00fana e aroeira. Irapu\u00e1 (a); manda\u00e7aia (b), abelha branca (c) e manduri (d) nas flores da aroeira. Irapu\u00e1 (e) e abelha branca (f) nas flores da bara\u00fana.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.apacame.org.br\/mensagemdoce\/100\/Figura4_M14.jpg\" alt=\"\" width=\"374\" height=\"241\" border=\"0\" \/><br \/>\nFIGURA 4. Ninhos de abelhas em \u00e1rvores de bara\u00fana. a- ninho da irapu\u00e1; b- Detalhe da entrada do ninho do sanharol.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><br clear=\"all\" \/><b><\/b><\/p>\n<\/div>\n<div>*<i><i>L\u00facia Helena Piedade Kiill<sup>1<\/sup><br \/>\nM\u00e1rcia de F\u00e1tima Ribeiro<sup>2<\/sup><br \/>\nCarla Tatiana de Vasconcelos Dias<sup>3<\/sup><br \/>\nPaloma Pereira da Silva<sup>3<\/sup><br \/>\nJosem\u00e1rio Francisco Matos da Silva<sup>4<\/sup><\/i><\/i><sup>1<\/sup>Pesquisadora Embrapa Semi-\u00c1rido, BR 428, Km 152, zona rural, Petrolina-PE, C.P. 23, CEP 56302-970, kiill@cpatsa.embrapa.br<br \/>\n<sup>2<\/sup>Pesquisadora Embrapa Semi-\u00c1rido, m\u00e1rcia. ribeiro@cpatsa.embrapa.br<br \/>\n<sup>3<\/sup>Bolsista de apoio t\u00e9cnico<br \/>\n<sup>4<\/sup>Engenheiro Florestal, Superintend\u00eancia de Desenvolvimento Florestal e Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o &#8211; SFC, Escrit\u00f3rio Regional de Juazeiro-Bahia. josemario@ig.com.br<\/p>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<p><b>Bibliografia<\/b><\/p>\n<p>BIODIVERSITAS. Esp\u00e9cies da flora amea\u00e7ada e presumivelmente amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o por bioma e categoria de amea\u00e7a. Dispon\u00edvel em http:\/\/www.biodiversitas.org. Acesso em 22 de set. 2001.<\/p>\n<p>CAPOBIANCO, J.P.R. Artigo base sobre os biomas brasileiros. In: CAMARGO, A.; CAPOBIANCO, J.R.P.; OLIVEIRA, J.A.P. (Orgs.) Meio ambiente Brasil; avan\u00e7os e obst\u00e1culos p\u00f3s-Rio-92. Esta\u00e7\u00e3o Liberdade\/Instituto Socioambiental\/Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas, S\u00e3o Paulo, 2002, p. 117-155.<\/p>\n<p>CASTELLETI, C.H.M.; SILVA, J.M.C. TABARELLI, M.; SANTOS, A.M.M. 2000. Quanto ainda resta da caatinga? Uma estimativa preliminar. In: SILVA, J.M.; TABARELLI, M.; FONSECA, M.T.; LINS, L.V. (Orgs.) Biodiversidade da Caatinga: \u00e1reas e a\u00e7\u00f5es priorit\u00e1rias para a conserva\u00e7\u00e3o. Minist\u00e9rio do Meio Ambiente\/Universidade Federal de Pernambuco, Bras\u00edlia, 2004, p. 91-100.<\/p>\n<p>MARTINS, C.F. 2002. DIversity of the bee fauna of the brazilian Caatinga. In: Kevan, P.G.; Imperatriz-Fonseca, V.L. Pollinating bees: The Conservation Link between agriculture and nature. Brasilia: Ministry of Enviroment, 2002. p. 131-135.<\/p>\n<p>MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE, 2008. Levantamento da cobertura vegetal e do uso do solo do Bioma Caatinga. Relat\u00f3rio final. 19p. Dispon\u00edvel em: http:\/\/www.mma.gov.br\/index.php?ido=conteudo.monta&amp;idEstrutura=72&amp;idMenu=3813&amp;idConteudo=5976 Acesso em: 11 de Janeiro de 2008.<\/p>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<h1>ARTIGO DE DIVULGA\u00c7\u00c3O NA M\u00cdDIA (REVISTA MENSAGEM DOCE)<\/h1>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>FLORA E FAUNA AMEA\u00c7ADAS DE EXTIN\u00c7\u00c3O *EMBRAPA-Semi\u00e1rido A Caatinga \u00e9 o \u00fanico bioma de distribui\u00e7\u00e3o exclusivamente brasileira, o que significa que grande parte do patrim\u00f4nio biol\u00f3gico desse ecossistema n\u00e3o \u00e9 encontrada em nenhum outro lugar do mundo. Por\u00e9m, essa posi\u00e7\u00e3o \u00fanica entre os biomas brasileiros n\u00e3o foi suficiente para garantir a Caatinga o status que merece. A Caatinga \u00e9 um dos biomas brasileiros mais alterados pelas atividades humanas, com mais de 45% de sua \u00e1rea alterada, sendo ultrapassado apenas pela Mata Atl\u00e2ntica e o Cerrado (Capobianco, 2002; Casteletti e cols., 2004). 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